Como começa a história que leva um argentino a mover sua família - com três crianças muito pequenas - para viver na Austrália e se tornar uma espécie de astro do rock no mundo das TIC e do complexo cenário universitário? Com a necessidade de oferecer a eles uma melhor qualidade de vida. Esta foi a razão que levou William Confalonieri a uma jornada que, entre outras coisas, lhe rendeu o Prêmio CIO do Australian Executive Awards (CEO Magazine) em 2016 e prêmio CIO do ano de 2018, concedido pela IT News, que reconheceu o projeto Deakin Genie como a melhor projeto de TI da Austrália. Em setembro, Confalonieri será um dos protagonistas das sessões plenárias de TICAL2018 e do 2º Encontro Latinoamericano de e-Ciência. Convidamos você a embarcar nessa entrevista que seguramente despertará seu desejo de conhecê-lo e aproveitar ao máximo as possibilidades de aprender com sua experiência.

O Chile é um dos países mais sísmicos do mundo, razão pela qual seus cientistas e pesquisadores trabalham duro buscando entender e lidar com esses fenômenos naturais que tem causado tanto dano ao país ao longo de sua história e, mais profundamente, na última década. E em 2018, após três anos de coleta e análise de dados, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Chile (ligada à rede avançada chilena REUNA) e de Tarapacá, fez uma descoberta que pode resultar em um grande avanço neste sentido: um mecanismo de previsão de terremotos.

A Amazônia é uma das regiões do planeta mais impactadas pelas mudanças climáticas globais, uma vez que as variações meteorológicas na linha do Equador provocam eventos como inundações, secas e tempestades que afetam diretamente o meio ambiente e a população local. Em períodos sazonais de baixa ocorrência de chuvas e aumento da temperatura do ar, os níveis de água de rios da bacia amazônica podem se tornar baixos para a navegação, deixando comunidades isoladas. As secas também provocam incêndios que alteram o equilíbrio ecológico na Floresta Amazônica, detentora de 12% da biodiversidade mundial. Os desmatamentos por ação humana contribuem ainda mais para agravar esse quadro.

muremini

Com grande satisfação, esforço e entusiasmo, além do apoio da RedCLARA, as Redes Nacionais de Pesquisa e Educação da Argentina - InnovaRed, Chile - REUNA, Colômbia - RENATA, Espanha - RedIRIS, México - CUDI, Paraguai - ARANDU, Peru - RAAP e Uruguai - A RAU, colaboraram em rede, ao longo de 2017, através de um circuito de exibição na Internet chamado Museografia em Rede (MuRe, por sua sigla em espanhol).

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