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No início de junho, o Ministério da Educação (MEC) e a Rede Nacional de Pesquisa e Educação do Brasil, RNP, lançaram o Eduplay, plataforma universitária de conteúdo audiovisual. O que hoje é tão presente em nossas vidas, o streaming de áudio e vídeo, para atividades de estudo, trabalho e entretenimento, começou a ser desenvolvido há quase 20 anos pela comunidade científica, em uma época em que ainda não existia o YouTube.

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Num contexto em que a conexão entre as redes nacionais de pesquisa e educação (NRENs) é cada vez mais importante, os CEOs de CANARIE, Internet2 e RedCLARA expressaram o desejo de trabalharem juntos e potencializar a pesquisa e a educação possibilitadas pela infraestrutura de rede e expertise compartilhada nas Américas. Com esse objetivo em mente, uma equipe de funcionários das três organizações se comprometeu a realizar reuniões regulares para explorar o que estas três redes fazem e apoiam, e como podem compartilhar melhor estes esforços.

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A Conferência TICAL e o Encontro Latinoamericano de e-Ciência (30 de agosto a 2 de setembro, online) anunciaram no início de maio o nome do polonês Pawel Świeboda como um de seus principais palestrantes. Sua nacionalidade já soa “diferente” para o público latinoamericano (é a primeira vez que os eventos terão um palestrante da Polônia) e sua área de trabalho ainda mais: Świeboda é o Diretor Geral do Projeto Cérebro Humano (HBP), uma das maiores iniciativas de pesquisa do mundo na área de ciências do cérebro. Mas... o que o cérebro humano tem a ver com os esforços de pesquisa e educação promovidos pelas redes avançadas e universidades? A resposta é... tudo. E é isso que você vai ler a partir de agora.