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Rede Universitária Nacional completa 17 anos contribuindo para o desenvolvimento da ciência e da educação no Chile
ExpiradoNo dia 13 de julho de 1994, a constituição da Rede Universitária Nacional foi publicada no Diário Oficial. Dessa forma nasceu formalmente a Corporação que agora em 2011 completa 17 anos de vida. No entanto, a gestação deste projeto colaborativo tinha começado uma década antes, quando em 1986 vários profissionais e instituições públicas se juntaram com o sonho de criar uma rede chilena de pesquisa e educação.
Na década de 90 esta rede dava seus primeiros passos com capacidades que não ultrapassavam os 512 Kbps. Embora hoje pareçam insignificantes, naquela época representavam um enorme avanço para o país e inclusive para o continente. Em 1997 a REUNA se tornou a rede mais poderosa da América Latina. Em 2000 foi a primeira rede latino-americana a se conectar à Internet2, sua homóloga nos Estados Unidos, e depois à GEANT, a megarrede europeia, como parte da RedCLARA, a Cooperação Latino-americana de Redes Avançadas, que ela também ajudou a criar.
Nesses últimos anos, a REUNA tem se focalizado na consolidação e melhoria da sua infraestrutura de rede, bem como nos serviços que na base dela fornece aos seus clientes. Este novo aniversário acontece no momento que ela acaba de dar um salto tecnológico em termos de conectividade, pois ela aumentou em oito vezes a sua capacidade de rede. Esta atualização significa que ela passou de contar com uma capacidade que varia de 2,5 Gbps a 1 Gbps de Antofagasta até Osorno, e de 155 Mbps de Arica até Antofagasta. O avanço coloca a REUNA entre as redes acadêmicas que contam com capacidade de giga bit (1000 mega bits) por segundo.
A expansão do trecho Arica-Antofagasta ficará pronto durante o segundo semestre de 2011. Enquanto isso, as instituições localizadas ali vão ser beneficiadas pelas melhorias da rede. Elas não precisam competir pela capacidade com outras instituições que estão fora do trecho, pois contam praticamente com 155 Mbps de uso exclusivo.
Mas os desafios da Corporação não param por ali. A tecnologia avança cada vez mais rápido e existe o compromisso de crescer conforme as necessidades dos acadêmicos das universidades chilenas e dos grandes centros astronômicos instalados no país.
Alguns estudos prevêem que até 2020 o Chile será a região com a maior quantidade de observatórios no mundo e a REUNA está trabalhando para enfrentar os desafios de conectividade e serviços que a astronomia colocará nos próximos anos.
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