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Estudantes latinoamericanos ingressam no projeto ALICE

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sinaloa

O projeto ALICE, do Grande Colisor de Hadrons (LHC, por sua sigla em inglês), da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN), na Suiça, conta com a contribuição de jovens estudantes de Sinaloa, México.

Arturo Fernández – doutorando n a Universidad Politécnica de Sinaloa (Upsin) - , Rafael Narcio - estudante de licenciatura na Upsin -, Luis Torres - estudante da Universidade Autônoma de Sinaloa (UAS) - e Solangel Rojas - estudante de doutorado da Faculdade de Ciências Físico- Matemáticas (FCFM) da UAS - , participam nas áreas de eletrônica, de análise de dados, física, desenvolvimento de software, entre outras.

O líder do projeto, o doutor Ildefonso León Monzón, cientista da UAS e nível II do Sistema Nacional de Investigadores (SNI), comentou que o envolvimento de mais jovens é uma estratégia para integrar a maior quantidade de gente nova e talentosa em projetos de grande abrangência internacional, como ALICE.

“Estou convencido de que o talento está em qualquer lugar e de que precisamos dar oportunidades aos jovens para que se integrem e assumam responsabilidades no projeto. Há jovens de licenciatura, e os envolveremos desde agora, com tarefas muito pontuais”, disse.

Devido às contribuições realizadas, a equipe sinaloense conseguiu estender sua participação até 2022, razão pela qual o pesquisador considera que é necessário que a entidade e o país apostem na ciência “de fronteira”.

Para ler o artigo original, em espanhol, visite: http://www.conacytprensa.mx/index.php/ciencia/universo/12106-ingresan-estudiantes-sinaloenses-al-proyecto-alice