Nome Comunidade: Comunidade Latino-americana de Infraestructura de Dados Espaciais Área disciplinar: Desastres naturais Organizador principal: Andrea Morales Instituição da proposta: Universidade de Cuenca País: Equador Coordenador da Comunidade: Ana María Feijóo Q. Q. Instituição: Universidade de Cuenca País: Equador
Descrição da comunidade:
A comunidade LATIN IDE (Comunidade Latino-americana de Infraestrutura de Dados Espaciais) é uma comunidade virtual sem restrições de acesso que agrupa pesquisadores de 13 instituições de 7 países (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador e Peru), sobre o trabalho de pesquisa e ensino nas Infraestruturas de Dados Espaciais.
A IDE é um sistema informático formado por um conjunto de serviços (catálogos, visor e editor de mapas) que ajuda a gerenciar informação geográfica por meio da Internet (mapas, imagens satelitais, etc.) cumpre uma série de condições de interoperabilidade (normas, especificações, protocolos, interfazes, etc.) que permite ao usuário utilizar e combinar a informação de acordo com as suas necessidades por meio de um simples navegador.
O estabelecimento da comunidade LATIN IDE no contexto internacional requer o acordo dos geradores, integradores e usuários de dados espaciais do âmbito territorial no qual irá manter sua independência por meio dos serviços Open Geospatial Consortium (OGC) como Web Map Service (WMS).
A justificativa para a consolidação da comunidade LATIN DE está ligada às ideias fundamentais a seguir:
A necessidade de visualizar e interagir facilmente, confortavelmente e eficientemente com os dados geográficos existentes. A informação geográfica tem sido até agora um recurso de produção cara e de difícil acesso por vários motivos: formatos, modelos, políticas de distribuição, etc;
A oportunidade de reutilizar a informação geográfica gerada num projeto para outros fins, dado o alto cuesto de sua produção;
A organização da informação geográfica gerada pelas universidades com ajuda dos metadados.
Treinamento e atualização sobre IDE´s, como transferência tecnológica e a geração de linhas de pesquisa em volta delas;
Troca de experiências com outras regiões do mundo;
Apresentação conjunta em chamadas para o financiamento de projetos de I+D+i e a obtenção recursos.